
DNA Celular |
Que fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. (I Coríntios 14.26)
Um cadáver humano também é um corpo. Ele tem como se via na escola primária cabeça, tronco e membros. Ele tem pele, pêlos, ossos, vasos e músculos. O que um cadáver não tem é vida. Ele não anda, não respira, não vê, não ouve, não cheira, não sente, não fala e nem toca. Ele tem a estrutura de um corpo, ele está organizado como um corpo, porém, ele não tem o que dá ao corpo a condição de organismo. Ele não tem vida.
Uma célula que funciona apenas como uma reunião semanal e não edifica as vidas que dela participam não está cumprindo a função de Corpo de Cristo.
Uma célula que se reúne apenas para compartilhar os problemas dos seus membros não está edificando vidas. A célula deve se reunir para experimentar a vida de Cristo no dia a dia de seus membros.
Uma célula deve funcionar como um posto de combustível onde o carro é abastecido e sai dali carregado de energia e não como um posto de doação de sangue de onde saímos enfraquecidos precisando de um tempo para repousar e recompor as forças. As pessoas devem desejar ardentemente estar na próxima reunião trazendo novas vidas para a célula. As pessoas devem ser atraídas pela vida que flui na célula.
A célula não pode se transformar apenas em um evento da semana, mas num encontro aonde chegamos confusos ou desanimados e saímos fortalecidos pela Palavra de Deus ali ministrada em nossas vidas como se estivéssemos estado com o próprio Cristo, e na verdade assim foi, pois Ele disse que estaria presente sempre que dois ou três se reunissem, como em uma célula, em Seu Nome (Mateus 18.20).