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Pastorais

Pastores sem Igreja e Igrejas sem pastor
17/11/2003   Versão para impressão   Envie para um amigo

PALAVRA PROFÉTICA

Rebanhos desgarrados

Tenho observado com sincero interesse e preocupação o momento pelo qual passa a igreja evangélica no Brasil. Seu potencial é tremendo em todas as faixas etárias e camadas sociais. O mundo cristão evangélico de todas as nações olha para o nosso  país e o descreve  como o celeiro missionário do 3º milênio.  A imprensa secular investiga e questiona as bases deste fantástico crescimento. Os partidos políticos estabelecem alianças com os líderes evangélicos buscando votos e palanques.

Teses são elaboradas por acadêmicos avaliando o crescimento evangélico no Brasil como um dos mais destacados fenômenos deste século. Até empresas já começam a se especializar no atendimento exclusivo e personalizado ao povo evangélico levando em conta seu potencial como mercado de consumo. Não é à toa que o Vaticano investe tanto no Brasil tentando deter este avanço.

Sei que vivemos um momento ímpar de crescimento do povo de Deus em nossa nação e este fato ao mesmo tempo que enche o meu coração de alegria, também desperta-me a reflexões a respeito do caminho que teremos que percorrer no discipulado, treinamento e aparelhamento destas multidões para uma vida cristã autêntica e que redunde em bênçãos para a nossa nação e para todas as nações da terra. Afinal, não adianta apenas crescer em número, é necessário também crescer em qualidade.  Aliás, o último deve anteceder ao primeiro, sob pena de termos uma multidão cheia de modismos, esquisitices, ativismo religioso e muito pouco ou quase nada de ação missionária, santidade, firmeza doutrinária e temor a Deus. Não basta construir templos, é necessário preparar e enviar vocacionados. Não basta louvar a Deus, é necessário marcar presença nesta geração. Não basta ser cidadão do céu, tem que participar como voz profética na terra. Não basta ser luz, tem que ser sal.

No meu anonimato tenho percebido, e não poderia ser diferente, que alguns modismos surgidos também em outras épocas da história da Igreja e em outras nações que receberam um derramamento do Espírito e experimentaram um avivamento espiritual, algumas atitudes e comportamentos estranhos no seio da igreja e que fogem dos princípios norteadores da Palavra de Deus -  ontem, hoje e amanhã, nossa única regra de fé e prática regimental. O que não é de assustar ou gerar pânico pois conforme o próprio Cristo o joio seria semeado no meio do trigo ( Mateus 13.24-26). Assim sendo, o avivamento é uma ocasião também muito propícia para o crescimento do joio, até por uma questão de teste para a fé dos verdadeiros crentes ( Atos 20.29,30  e I Coríntios 11.18,19 ).

Dentre alguns destes comportamentos estranhos, gostaria de refletir com o amigo leitor a respeito de quatro deles e que estão diretamente ligados ao ministério pastoral. Podemos no geral resumir todos a uma só expressão: Rebanhos desgarrados. Particularmente podemos dividi-los em  quatro tendências.  Igrejas sem pastores, Igrejas com " pastor virtual " , Pastores sem Igreja  e Pastores sem Chamada.

1. Igrejas sem pastores

Tenho observado em alguns lugares uma tendência entre alguns membros de algumas  igrejas de se  auto-pastorearem descartando assim um Pastor como orientador ou guia do rebanho. É uma velha idéia que aonde foi adotada serviu apenas para comprovar o óbvio: Igreja sem pastor é como óculos sem lente. Simplesmente, não funciona.

Geralmente, estas igrejas passaram por alguma experiência traumática na relação com um ou mais daqueles que exerceram o ministério pastoral em seu púlpito ( casos de incompetência ministerial, imoralidade, abuso de poder, improbidade ministerial, desonestidade, choque entre facções, conflitos pessoais, incompatibilidade de visão e projetos, reajustes de renda eclesiástica )  e passam a culpá-los como os únicos responsáveis  pela mesma ( o que em alguns casos é uma verdade). Partem então para o que parece mais racional: é melhor ficar sem Pastor ( passando  a adotar o estado civil de uma igreja solteira ou divorciada ). Esta dedução, porém, é enganosa e conduzirá a igreja fatalmente ao fracasso. É só uma questão de tempo. O fato de um pastor ter fracassado  no seu ministério diante de uma igreja não dá o direito a esta de determinar que não terá mais um Pastor para guiá-la espiritualmente. Todas as 7 Igrejas da Ásia ( Apocalipse 2,3 ) eram sadias? Naturalmente que não, pelo contrário, a maioria delas sofria de anomalias eclesiásticas crônicas. No entanto, nenhuma delas estava sem Pastor. Cabe à igreja saber que cada pastor prestará contas a Deus pelo seu ministério ( Jeremias 22.1 ).

Na maioria dos casos estas igrejas passam a ser dirigidas por uma junta administrativa escolhida dentre os seus membros ou por um vice-moderador escolhido dentro da diretoria da Igreja. Isto é extremamente positivo para igreja em apenas alguns aspectos e ainda muito secundários: economiza o salário pastoral e  não precisa se preocupar com coisas como o aluguel da casa pastoral, etc... . O prejuízo será total em todos os outros aspectos: perde a capacidade de moderação nos relacionamentos, perde o senso de direção ministerial, perde a unção do pastoreio, perde o poder de coordenação das responsabilidades individuais e alguém passará a dominá-la inevitavelmente e sem o reconhecimento de todos: uma junta administrativa ( e que o termo já diz tudo, é apenas de caráter administrativo ), alguns membros mais conceituados financeiramente, ministerialmente mais ativos  ou melhor qualificados em termos de cultura. O que era um casamento vira um harém. Onde havia ordem passa a prevalecer a anarquia. Todos mandam, todos dão ordens, todos opinam e ninguém obedece. O resultado final é trágico: a estagnação da igreja, a morte espiritual de muitos membros por inanição espiritual, muitos outros desgarrados e um terrível senso de inutilidade e desordem no meio do rebanho ( Ezequiel 34.5,8 e Zacarias 10.2 ). Sempre que Deus falou na falta de orientação espiritual do seu povo - Israel, os comparou a ovelhas desgarradas. Uma igreja sem pastor é uma igreja desgarrada, mesmo que tudo aparentemente pareça estar em ordem.

Para estas igrejas que estão enamorando esta falsa tendência eclesiástica deixo-lhes a advertência que vem da sabedoria popular: " Panela que muitos mexem, ou sai insossa ou salgada ". Ou um pensamento de minha autoria talvez não tão sábio quanto o anterior: " Púlpito que muitos falam, poucos são edificados ". Acima de tudo deixo-lhes o eterno e imutável conselho de Deus: "  e vos darei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência " - Jeremias 3.15.

2. Igrejas com " pastor virtual "
                           
Vivemos a era do " virtual ". Virtual conforme os dicionaristas " é aquilo que existe como faculdade, mas sem efeito atual ". Tem todo um potencial para ser, mas na realidade e de fato não existe. Você já ouviu falar de sexo virtual? São duas pessoas conversando por telefone ou pelo computador imaginando-se como se estivessem mantendo uma relação sexual. Existe todo um  clima para a realização do ato. O problema é que eles simplesmente estão a quilômetros de distância um do outro e acima de tudo são estranhos um para o outro. Por isto é uma questão apenas virtual e não real.

Algumas igrejas estão caindo na onda de ter como guia espiritual um " pastor virtual ". É uma idéia maluca que só mesmo gente que sabe tudo de Internet e nada  de Bíblia poderia inventar. Mas o que vem a ser um  pastor virtual? É um Pastor que é pastor mas que não preside. Os defensores desta idéia alegam que o pastor é para tratar das coisas " espirituais " e que as questões de ordem administrativas e financeiras da Igreja devem passar bem longe do Pastor,  ficando sob a administração de uma junta ou diretoria. Parece sensato, mas não é. Parece ajudar o pastor, mas no fundo o atrapalha e muito. Parece um compartilhar de atividades ministeriais, na essência é policiamento, desconfiança e manipulação. Em suma, sobra para o pastor " os pepinos e abacaxis ", inclusive os decorrentes da incompetência ou da negligência administrativa dos que se auto-proclamaram ajudantes do Pastor naquelas questões. É verdade que o ministério colegiado é um modelo bíblico e que o Pastor deve compartilhar tarefas e delegar autoridade para que não venha sucumbir estressado debaixo de um modelo ministerial do tipo " faz de tudo ". Porém, deve evitar se transformar numa " Rainha da Inglaterra " deixando a Igreja a mercê de oportunistas e neófitos. Esta questão de " pastor virtual " é inconveniente e biblicamente reprovável. Senão, vejamos algumas questões: 
1.  O ministério pastoral é uma questão apenas de dimensão espiritual ou tem também uma dimensão de caráter administrativo?  - Tito 1.5.
2.  Como podemos separar o espiritual do administrativo de modo que um não tenha qualquer ligação ou interferência sobre o outro? - I Coríntios 9.11-14.
3.  A administração dos recursos  financeiros da igreja é uma questão espiritual ou administrativa? - II Coríntios 8.16-21.
4.  Quem administrava os recursos na Igreja dos Apóstolos? - Atos 4.34-37 e 5.1,2.
5.  O Pastor deve responder apenas pelas questões espirituais na Igreja? - Romanos 15.25-27.

3. Pastores sem Igreja

Pastor e Igreja possuem uma afinidade e identificação tão peculiar  que dificilmente um poderá se realizar plenamente sem o outro.  Pastor está para a igreja e a igreja está para o pastor como o Maracanã está para o futebol e o futebol para o Maracanã. Um depende do outro para sobreviver no cumprimento da sua função e do seu ministério.

Estranhamente muitos pastores estão deixando o ministério para serem conferencistas, colportores ou vendedores de livros e bíblias, ministros de cura e libertação, avivalistas, divulgadores de sonhos e visões, cantores e outras coisas mais. É bom salientar que há pastores que possuem dotação ministerial específica em alguma destas áreas em  particular e esporadicamente deixam suas igrejas para abençoar  o  povo de Deus noutros lugares. Como há também missionários que Deus usa poderosamente nestas áreas. Até ai tudo bem. Isto é bom para o Reino.

Quando  pastores  partem,  porém, para deixar o ministério  para se dedicar a apenas uma atividade destas, alguma coisa está errada, afinal, quando estavam no Seminário afirmavam categoricamente que tinham uma chamada para o ministério. Quando passaram  por uma junta de exame para o ministério " juraram  de pés juntos " que tinham  convicção de sua chamada. Quando assumiram  seu primeiro pastorado deixaram  transparecer a certeza de sua vocação. De repente o vocacionado descobre que seu ministério era outro! Creio que há exceções, mas em alguns casos, muitos deixam o ministério  pelo simples fato de que ser pastor não é fácil. É muito mais fácil vender bíblias, livros e CDs do que ficar a manhã inteira administrando crises existenciais dos outros. É uma questão de comodidade. Ouvir gemidos e desabafos não é tarefa fácil para ninguém. Administrar conflitos e conviver com descontentes é estressante. O ser humano é por natureza rabugento.  Livros não reclamam, não brigam, não cobram presença, não caluniam, não criticam. É muito mais fácil fazer um " ôba-ôba " aqui, outro ali  e outro acolá ( afinal o povo de Deus é " festeiro " e gosta de movimento ), receber uma boa oferta - alguns chegam a fazer verdadeiras negociatas em nome do dom ou do ministério que alegam  possuir, exigindo tratamento vip e polpudas quantias em ofertas -  dormir no hotel ou na casa de um irmão empresário, arrumar as malas e pular para a próxima cidade, numa verdadeira maratona circense, do que tratar de uma alma ferida ou dezenas delas, que às vezes consomem anos até serem completamente restauradas.

Ser pastor é desgastar-se pelo  próximo. É melhor ser vitrine. Esta tem sido a filosofia de muitos. É verdade que há suas exceções. Ser conferencista e receber oferta não é indigno e nem pecaminoso. Eu mesmo tenho sido convidado para proferir palestras e também tenho recebido ofertas. Algumas delas representam verdadeiros livramentos de Deus.  Afinal, todo obreiro é digno do seu salário. Não tenho, porém, negligenciado o meu ministério pastoral e o cuidado das vidas que o Senhor me confiou. No entanto, em alguns casos, as igrejas estão sendo vítimas de oportunistas e mercenários que deixam um rastro de superficialidade e prejuízos. Testemunhos ufanistas e cheios de fantasias. Experiências nunca vividas. Repito: há excelentes exceções. Estes, verdadeiros mercadores da fé, marqueteiros de porta de igreja, muitas vezes deixam mais enfermos e oprimidos do que curados e libertos. Onde estão os frutos?  Já me dizia um dos meus sábios professores no Seminário: " Luis Gonzaga quando você for Pastor você vai descobrir que muitas das atividades de um pastor ele terá que fazê-las pelo dever e não pelo prazer " . Ele tinha razão. Qual é o prazer de velar o corpo de uma pessoa amada?  Qual é o prazer de ser chamado na madrugada para ouvir as lamúrias de um embriagado que apesar de batizado ainda não foi liberto do alcoolismo?

Não são poucos os que sufocados pelos desafios, conflitos e paradoxos do ministério preferiram outras campinas deixando nos montes e nos vales as ovelhas que o Senhor lhes confiara. Mergulharam nos dilemas da obrigação e perderam o senso do privilégio. Correram em busca de recompensas terrenas e jogaram fora a coroa que o Senhor tem  preparado para os obreiros fiéis. Agindo de modo oposto a Neemias, desceram e deixaram o muro inacabado. Eles chamam de peso o que Paulo chamava de coroa: " Portanto, meus amados e saudosos irmãos, minha alegria e coroa, permanecei assim firmes no Senhor, amados ". Filipenses 4.1. Que estejamos de olhos abertos às advertências de Paulo e de Pedro: "  Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não pouparão o rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para atrair discípulos após si ". Atos 20.29,30 . " também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós, negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita " - II Pedro 2.3

4. Pastores sem Chamada

Um outro fato lamentável e até certo ponto preocupante que  vem ocorrendo  no meio do povo evangélico neste clima de pré-avivamento é o surgimento de pessoas se auto-intitulando de pastores sem as evidências de uma real chamada para o ministério.  São militares, empresários, pedagogos, psicólogos, advogados, matemáticos e tudo mais o que você possa imaginar - muitos bem sucedidos em sua vocação secular, outros fracassados e decepcionados com a vida.  Gente que ao dormir acorda  no dia seguinte com a certeza que não é mais o que era, ou continuará sendo o que era, mas agora com uma nova ocupação, a de Pastor. E afirmam categoricamente que pouco importa o reconhecimento do corpo, o treinamento ministerial, a aprovação da igreja da qual são membros, a opinião do pastor ou da denominação, serão pastores contra tudo e contra todos. Alegam não ter tempo ou não precisar de tempo para a preparação ministerial. Querem é cair no campo, fazer a obra, cumprir o sonho, o desejo ou a visão que tiveram numa noite de lua cheia. E quem disser algo ao contrário é porque é instrumento do maligno ou está com invejas e ciúmes do " iluminado ",  quem sabe temendo perder algumas de suas ovelhas. Seria interessante e altamente positivo para a obra de Deus, se não fosse trágico.

Mais uma vez quero ponderar. Há exceções. Deus pode pela sua infinita sabedoria escolher qualquer profissional, em qualquer área e enviá-lo para a obra. É porém, uma exceção, não uma regra.  O próprio filho de Deus passou trinta anos sendo preparado para exercer um ministério de pouco mais de três anos. Josué esteve aos pés de Moisés por longos quarenta anos antes de ingressar no ministério. Eliseu esteve aos pés de Elias. Paulo não foi ao campo enquanto não recebeu a imposição de mãos de Ananias e o reconhecimento da Igreja. Jesus rejeitou veementemente aqueles que queriam seguí-lo  movidos pela impulsividade, Lucas 9.57-62.

O preço do ministério é muito alto e somente os vocacionados estarão aptos a pagá-lo. O que ocorre é que muitos confundem vocação secular com vocação ministerial. Imaginam que por serem habilidosos em um dom natural que exercitam no seio da sociedade, também estarão aptos para o ministério. Muitos estarão tão habilitados para o ministério o quanto eu estou para uma viagem espacial.
Muitos estão em busca de reconhecimento humano e de títulos no meio do povo de Deus. É uma questão de carência afetiva que Freud explica.
Geralmente abominam Seminários, juntas de exame para o ministério, vínculos denominacionais e igrejas do sertão ou de favelas. Querem começar por cima. Querem encontrar a escada pronta. Querem evidência. São massageadores do seu próprio ego. Mais cedo ou mais tarde cairão em descrédito e na estagnação os seus projetos.  Lamentavelmente, não terão jamais a autoridade para confirmar  o que Jeremias ouviu de Deus: " Antes que eu te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre te santifiquei; às nações te dei por profeta ". Jeremias 1.5
Que Deus tenha misericórdia de todos nós!

Pr. Luís Gonzaga de Paiva Filho

 


 

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