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Pastorais

Os 4 benefícios de uma Aliança Ministerial bem sucedida
13/07/2011   Versão para impressão   Envie para um amigo

Aliança

Gênesis 13 retrata a história de Ló. É a narrativa da vida de um homem que deixou de ser discípulo, passou a caminhar sozinho, buscou a sua própria bênção, construiu o seu próprio ministério, decidiu ser sol, fez a sua própria vontade, particularizou a sua teologia, foi individualista e unilateral em sua decisão, deixou seu discipulador para trás e que o que sabemos é que apesar de ter tido um começo muito bom e promissor terminou a vida e ministério de forma tão trágica. Ló quebrou princípios. Ló deixou de observar as bases que estabelecem uma aliança bem sucedida e por esta causa perdeu os benefícios que a mesma lhe proporcionaria.

Precisamos ter entendimento que as nossas alianças podem determinar o nosso sucesso como também o nosso fracasso. Este princípio aplica-se em termos de casamento, amizades, negócios e ministério.

Conforme Gênesis 13.1-5 pode se extrair QUATRO benefícios de uma aliança bem sucedida com o aquele que nos discipula.
 
1º - O princípio das Novas Fronteiras - Uma aliança traz benefícios naturais e espirituais, pois uma aliança estabelece novas fronteiras de conquistas na vida pessoal, familiar e ministerial.

O investimento que Deus na vida de Abraão terminou sendo transferido para a vida de Ló. Ló esteve acompanhando Abraão em todas as suas jornadas em Ur, Canaã, Egito e Neguebe. Quem seria Ló sem o discipulado de Abraão? Tudo o que ele aprendeu no relacionamento com Deus, nas relações familiares, no trabalho, no casamento, no ganho das riquezas foi através do discipulado de Abraão. Abraão foi o seu tutor nos principais momentos de sua vida. O discipulado é um processo de investimento e de reeducação moral, social e espiritual. Isto requer por parte do discipulador paciência, perseverança, renúncia e confiança. Isto exige por parte do discípulo mansidão, humildade, submissão, dependência e obediência. O verdadeiro discípulo sempre será agradecido pelo investimento recebido de Deus através do seu discipulador.
 
2º - O princípio da Transferência de Riquezas - Uma aliança abre as portas para a prosperidade.

Quando ainda na adolescência ouvia um ditado que dizia: “Quem encosta-se à cerca do rico seguro estará, mas quem encosta-se à cerca do pobre com ela cairá”. Mesmo citando este provérbio popular não estou assegurando que ele exprima uma verdade absoluta. Porém, reconheço que ele expressa que a prosperidade do discipulador terminará favorecendo ao discípulo.

Observe os três níveis da prosperidade de Abraão como discipulador: gado, prata e ouro. Os três níveis de prosperidade de Ló como discípulo: rebanhos (gado miúdo), gado e tendas. Ló era próspero porque através de sua vida abençoava Abraão, seu discipulador, que era abençoado por Deus. Deus tinha dado uma promessa a Abraão que aquele que o abençoasse seria também abençoado. Porque Ló não chegou ao nível da prata e do ouro? Talvez porque desde cedo, nas entrelinhas, no subsolo da alma, já mostrava evidências de um discipulado parcial, incompleto e infiel.
 
3º - O princípio da Cobertura - Uma aliança estabelece cobertura física e espiritual para o discipulador e para o discípulo.

Quem está debaixo da cobertura de uma aliança espiritual tem unção e autoridade dobrada. Quem quebra uma aliança se coloca numa zona de guerra sem apoio e cobertura e os alvos serão seus bens e sua família, Gênesis 14.1-16. Quem quebra os princípios da aliança se joga no deserto. A vida de Ló por quatro vezes (da orfandade, da fome, da espada e do fogo) foi preservada por causa de Abraão.
 
4º - O princípio da Bênçao da Descendência - Uma aliança estabelece uma geração abençoada e uma descendência forte.

Quando Ló quebrou a aliança com Abraão ele deixou de trilhar pela escada do sucesso para descer pelos degraus da escada do fracasso, da ilegalidade e da derrota. Manteve relações sexuais com as suas próprias filhas. Por iniciativa destas tornou-se tão pervertido como os sodomitas de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19.30-38).

De Ló nasceram os Moabitas (do incesto com uma de suas filhas) e os Amonitas (do incesto com a outra filha). Dois povos inimigos e opositores ferrenhos de Israel, os descendentes de Abraão. Eram conhecidos pela crueldade, idolatria, orgulho, arrogância e espírito de vingança. (I Samuel 11.1,2). Sua descendência que poderia ter se tornado uma bênção em virtude de sua aliança com o patriarca Abraão se tornou amaldiçoada (Deuteronômio 23.3).

Veja bem com quem você anda aliançado ministerialmente, pois uma aliança gera vínculos, compromissos, cumplicidade, co-partilha sonhos, delega autoridade, abre janelas da alma para ministrações, estabelece transferência de unção e assume limitações de ordem moral, psicológica, pessoal, ministerial e espiritual.
 
Aliançado com Cristo,

Pr. Luis Gonzaga de Paiva Filho

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