
Valores |
1. A célula não é apenas mais um ministério ou departamento da Igreja. A célula é a base da vida da Igreja. Elas formam a espinha dorsal da igreja e todas as demais estruturas eclesiásticas tornam-se secundárias e existem a partir do orgânico funcionamento delas. Quando qualquer atividade ou evento surgir (seja na Igreja ou fora dela) para concorrer com a célula, esta atividade será considerada secundária e não contará com a aprovação da liderança pastoral da Igreja (salvo quando esta atividade for considerada como uma atividade “extracélula” do mês, tiver a aprovação do líder, constar em relatório e contar com a participação de toda célula).
2. A célula deve se reunir semanalmente para edificação do Corpo. Ela deve funcionar a partir de no mínimo de três membros e com no máximo 15 pessoas. A célula não pode em hipótese alguma se tornar uma igrejinha, uma mera reunião de encontros semanais ou um clubinho de irmãos em Cristo. Crescer e multiplicar são objetivos principais da célula.
3. A célula deve multiplicar pelo menos uma vez por ano gerando outras células. Quando a célula não cresce e multiplica ela estagna, perde a alegria, torna-se morosa, acomodada, enfadonha, problemática e perde a sua razão ou propósito de existir.
4. A célula que passa um ano sem se multiplicar precisa ser tratada e isto pode implicar em medidas que vão desde a mudança da região de funcionamento da célula, remanejamento do anfitrião, transferência dos líderes ou até mesmo da introdução de membros de outras células.
5. A morte de uma célula representa um atestado de fracasso para a Igreja e um crédito para o inimigo. O que estiver ao nosso alcance será feito para que uma célula não seja desativada. Para salvá-la chegaremos aos limites de nossos esforços, se possível, treinar ou capacitar seus líderes, mudar de bairro, rua ou região ou até mesmo transferi-la para outra descendência, mas não faz parte de nossa estratégia sepultar células. Não temos e nem pretendemos ter um cemitério de células em nossa Igreja.
6. Para ministrar a palavra na célula somente estão autorizados os líderes de células legitimados pela Igreja. Não será permitida a participação de pessoas de outras igrejas ou denominações, como visitantes ou convidados para participarem como pregadores, cantores ou dando testemunhos (salvo quando recomendados pela liderança pastoral da Igreja). O irmão pode até ser uma bênção, mas pode estar trazendo “fogo estranho” o que vai gerar confusão à visão ministerial da Igreja, conflito doutrinário, discordância de liturgia, costumes contrários e contraditórios ou doutrinamento humano para os membros da célula.
(Material compartilhado pela Igreja Odre Novo – com alterações. Continuação na próxima edição).